Minha experiência com… unhas postiças

VOCÊS VOTARAM… E AQUI ESTÁ!

Até os 12 anos eu tinha um problema sério com minhas unhas. Meu problema? Eu não as tinha!

Eu roía tanto que só tinha dedos… risos

Graças à Deus consegui me livrar desse vício e comecei a cuidar das pobrezinhas para elas crescerem e para que eu não caísse em tentação.

Durante esse período de limbo “pós vício à pré unhas saudáveis”, tentei algumas unhas postiças, mas todas duravam no máximo até o fim do dia, sempre caindo, pareciam frágeis e eu tinha que andar com a cola das benditas, além de parecerem bem artificiais.

Então depois de anos me conformando, e gostando, mantinha as unhas curtas, até que decidi testar as unhas imPRESS.

Antes de tudo, verifiquei quais unhas usaria, o kit vem com 24 de vários tamanhos, então fui testando em uma mão e separando; para facilitar na parte de dentro na ponta da unha tem um número (bem pequenininho) então se você selecionou a unha número 6 para o polegar, já sabe que a número 6 serve para o outro polegar também, não precisando testar os 20 dedos. Eu tirei as cutículas normalmente, cortei minhas unhas, porque sempre as uso bem curtinhas, passei o lencinho que acompanha para retirar qualquer resíduo que possa atrapalhar a função colante e comecei a aplicação das unhas. Elas são auto colantes, então é só retirar uma película (como uma fita dupla face) e pressioná-las nas unhas. Fácil, sem sujeira, sem cola!

O husband me deu uma mãozinha apertando e ficou tudo certo.

Esse é o resultado final assim que terminei:

Outro detalhe legal para se atentar, no topo da embalagem (lado esquerdo) tem a indicação do comprimento da unha. Eu usei as de tamanho longo, mas estou ansiosa para testar as curtas.

Fiquei 1 hora sem molhar as mãos e segui a vida…

Estava super receosa para fazer as coisas do dia-a-dia como me trocar, lavar o cabelo, pegar metrô (acredite isso é um desafio), tarefas da casa e etc. Fiz tudo sem problema algum!

E para minha surpresa elas duraram TREZE dias!

A foto abaixo era no 11º dia:

Como falei na votação do Instagram, elas durariam 15 dias tranquilamente!

No 13º dia notei que ela começou a soltar perto da cutícula, acredito que pelo crescimento da minha unha por baixo seja normal soltar, mas nenhuma caiu, na verdade foi bem trabalhoso para tirá-las. Depois fiquei sabendo que existem removedores (como acetonas) para unhas postiças que com certeza facilitariam a remoção, mas como não sabia, segui a instrução da embalagem. Ou pelo menos tentei porque as instruções eram para puxar as unhas, mas puxar não resolve! Elas estavam coladas M-E-S-M-O! Tive que usar uma espátula de empurrar cutícula e ir empurrando a cola. Acreditem, pela minha dificuldade para tirar, elas não iam cair nunca!

Então minha conclusão é: vale super à pena! Para testar, para usar em algum evento, para viajar (testarei em agosto), para arrumar as unhas de forma rápida e não correr o risco de depois de 3 dias de unha feita o esmalte começar a descascar.

Considerações finais: Paguei cerca de R$ 22,00 em uma perfumaria na região da Av Paulista; já comprei elas dessa cor, mas tem sem cor para pintar da cor que quiser, como eu não queria trabalho já comprei pintada; não da para reaproveitá-las porque a cola residual é impossível de tirar e no processo de remoção com a espátula elas ficaram um pouco danificadas.

Se tiverem dúvidas ou experiências com unhas postiças vamos compartilhar!

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Minha saga vocacional

Com 17 anos consegui meu primeiro emprego. Atuava como estagiária administrativa em uma agência de empregos e era feliz! Até ter que tomar a decisão de que faculdade fazer… Tinham alguns fatores a serem analisados: valor da mensalidade, se era um curso relacionado ao que eu já fazia, se me levaria a uma carreira que pagaria minhas contas. Todos esses fatores passaram por minha cabeça, mas nunca, nunca mesmo, pensei “será que gosto disso?” ou “será que nasci para fazer isso?”, assim entrei no famoso curso de quem não sabe o que fazer… Administração! Na minha cabeça eu sabia exatamente o que estava fazendo, eu estava investindo na minha recente carreira na área administrativa, logo, não tinha curso melhor.

O que eu não sabia (bobinha, coitada) é que nada disso tinha a ver comigo, mas a historia continuou… Consegui uma boa bolsa em uma boa universidade e comecei meu curso. Sinceramente, não faço ideia de como me formei, sem DPs, sem repetir de ano e sem perder a bolsa. Conversando com uma amiga, chegamos a conclusão de que eu simplesmente não tinha a opção de não terminar, não poderia me dar o luxo de desistir… e assim é em todos os aspectos de minha vida.

No 2° ano da faculdade comecei a trabalhar no banco. E eu pensei “Meu Deus, mais um sonho se realizando!”.

Me formei em administração de empresas, tenho 8 anos no banco e então percebi que as perguntas que não me fiz aos 17 anos hoje, quase aos 27 me fizeram falta.

Sou absolutamente grata por essa trajetória, grata pelos quatro anos de Adm, grata por oito anos no banco, grata por todos e tudo que conheci, por todo aprendizado, realmente, por tudo. Mas hoje não me vejo mais por essas lentes, por isso parei, respirei e com muito medo perguntei: E então Sabrina, o que você que ser quando crescer?

Ao perceber que meu futuro não estava fadado à minha escolha de quase dez anos atrás, me senti um pouco mais á vontade para pensar, sem neuras, sobre o que me impulsiona, o que me fascina, o que faço simplesmente porque gosto. Comecei a me analisar, desde a infância, e percebi que minha paixão pela leitura vem de longos anos (a coleção Vagalume que o diga), que ter uma caixa de diários e escrevê-los até hoje talvez não seja uma “modinha” de adolescente, que se preocupar em como falo e escrevo e como os outro o fazem, e corrigi-los quando necessário talvez não seja só um habito chato, e que a facilidade com idiomas poderia ser mais que uma coincidência. Quando juntei todo esse contexto, que estava dentro mim todo esse tempo, tive o famoso insight… EU QUERO FAZER LETRAS!

Não sei se esse texto conseguirá passar a felicidade que senti quando tive esse clarão nas idéias, mas devo te dizer, foi demais!

Estou somente no segundo semestre do curso de Letras e já o amo! A-M-O! A garota que não faz ideia de como tem um diploma de Adm, que ralava feito louca para conseguir passar até nas matérias tidas como fáceis por todos, agora ama o que estuda!

O que quero deixar de tudo isso é: faça as perguntas que te assombram! Se questione! Eu não posso garantir que Letras será a paixão da minha vida para sempre, ou que serei super bem sucedida, afinal essa jornada está só começado, mas a questão é aproveitar o caminho e não só o destino! E posso garantir, tenho aproveitado cada pedacinho desse trajeto! Não, obviamente, não é tudo fácil, tenho que me dedicar, tenho que estudar, me estresso e quase acabo com o estoque inacabável de paciência do meu marido ( S2 ), mas eu estou aproveitando, estou curtindo tudo que aprendo e ISSO faz toda diferença!

Não deixe que seu destino seja traçado por uma pessoa que você não é mais. Nós mudamos (graças à Deus) o tempo todo, e tudo bem! O que não está bem é nos obrigarmos a continuar com algo que não nos faz mais felizes, só para continuar pagando nossas contas, ou manter um estilo de vida, ou uma posição social… Você vale mais que isso!

Livro “Sex, Jesus, and the Conversations the Church Forgot” – Mo Isom

Sexo e Jesus na mesma frase? Oi? Tá louca?

Luxúria, ideais corporais, prazer, preliminares, pornografia, adultério. Somos obcecados por isso. Estamos fixados nisso. Nós nos divertimos com isso. Nós achamos que estamos profundamente informados sobre isso. Nós nos orgulhamos da liberdade que temos para fazer o que queremos com nossos corpos. Nós contabilizamos o número de parceiros que tivemos. Estamos convencidos de que é necessário em um relacionamento normal de namoro. Estamos entorpecidos com as conexões aleatórias e os encontros de uma noite. Queremos experimentá-lo, provocá-lo, prová-lo, exibi-lo, adorá-lo. . . Mas não estamos dispostos a sentar e conversar sobre isso. Enquanto a sociedade torce, perverte, barateia e idolatra, nós – a igreja – estamos relativamente silenciosos sobre isso. Tropeçando desajeitadamente em torno dele. Correndo com isso. Construindo listas de regras desesperadas dos prós e contras. E, como resultado, permitir que a santidade de Deus seja roubada pela insaciável lascívia dos perdidos.

O livro retrata a história da escritora, como ela foi exposta ao material pornográfico do pai ainda enquanto criança, e como isso influenciou sua vida, principalmente no âmbito sexual.

Essa exposição se tornou um gatilho para o vício da pornografia, esse vício deturpou sua auto imagem e o modelo de relacionamentos.

Em contrapartida Mo Isom encontrou em Cristo alguém que contraria todos os relacionamentos que ela tinha tido, alguém que diz que não importa quão sujo foi seu passado, vamos olhar para frente e seguir.

Ela encontrou também um noivo que compartilhava da mesma crença e princípios, então tudo seria mais fácil certo? Errado! Ao entrar num relacionamento ela percebeu que as velhas lutas continuavam lá e para vencê-las os dois tinham que reestabelecer seus pontos de certo e errado de acordo com o que acreditam!

Então eles tomaram a decisão de se casar, e seus problemas com sua sexualidade acabaram, certo? Errado! Mais uma vez eles tiveram que entender que seu relacionamento sempre estará à sombra de suas fraquezas, mas sempre terão um super auxiliador para fazer as coisas darem certo!

Além do relato de Mo nos mostrando de forma simples e humilde suas lutas e dificuldades, o que amei no livro é o paralelo sobre como a igreja (quando digo igreja me refiro ao corpo de Cristo, que são TODAS as pessoas que compõe a instituição igreja) tem se posicionado com todo esse universo apelativo sendo exposto dia após dia…

Não adianta lidar com as pessoas estabelecendo uma lista de “isso pode” e “isso não pode”, a igreja tem expandido sua capacidade de pensar, invalidando uma doutrina ditadora, doutrina esta que está bem longe do ideal de evangelho.

Portanto, assim como a autora, eu acredito num caminho de diálogo e debate sobre os assuntos tabus, vamos derrubar as barreiras da ignorância e jogar limpo, vamos estimular a reflexão do porquê de cada coisa e não só dar uma saída paliativa.

Eu acredito num Deus maravilhoso que nos fez seres pensantes, seres que são completamente responsáveis por suas ações e que já passaram da época do “isso é culpa do diabo”, desculpa amigo, mas suas ações podem ser culpa da falta de instrução, da impulsividade, da curiosidade, do desejo de fazer e ver o que da, ou simplesmente da sua falta de caráter.

Independente do motivo, a igreja deve ser um lugar seguro para discutirmos os assuntos que são tão abertos em outros lugares, porque enquanto temos vergonha ou só não sabemos como lidar com alguns assuntos, a mídia, os canais de comunicação e tudo que está ao nosso redor, grita o que acham ser verdades!

Por todos esses motivos, esse livro é um “must read” para todos os, como já descritos, cristãos pensantes que não se conformam com a simples diretriz de não faça ou faça isso!

Desabafos de uma cabeça cheia

O que fazer quando você percebe que abraçou coisas demais? Quando vê que você precisa terminar, precisa entregar, precisa ir além, precisa continuar?

Como reagir quando você se sente puxado por todos os lados, pressionado a tomar decisões, resolver questões, dar opiniões, atender à expectativas?

Quando não da tempo para respirar e analisar as opções, quando o ultimato surge, quando estão esperando por sua resposta e nem você sabe qual é?

Por onde ir quando desistir não existe, quando sua única saída é fazer dar certo? Mas como?

Sinceramente, eu não sei a resposta para todas essas perguntas. Sim, eu sei que sempre em que me vejo nessa nuvem de questionamentos é um período, e que ele vai passar, como todos os outros. Mas no momento em que a nuvem se instala na minha cabeça, não sei como enxota-la. E sim, eu sei que possuo uma fonte segura para lançar todos os meus anseios. Mas quando a nuvem me abraça eu não sei como enxota-la.

A verdade é que precisamos de momentos de desespero para vivermos momentos de tranquilidade, precisamos de momentos de sobrecarga para vivermos as férias, precisamos de questionamentos para procurarmos e termos respostas, precisamos das fases ruins para viver as boas.

Com isso em mente, entendo que nos momentos de desespero temos que ter paciência e deixar passar… logo, bem logo, o dia chega e o sol brilha!

A verdade é que nos sabemos que de uma forma ou de outra, daremos conta! Vamos conseguir! Então força e coragem, porque esse mundão não é para os fracos, não é para os do time mimimi, não é para os frescurentos com medo de sujar as mãos! É para você!

3ª peça, coletes e cópia

Porque nesse mundo, principalmente no da moda, nada se cria, tudo se copia!

Tudo bem que ao colocar minha foto (esquerda) ao lado da minha inspiração (direita) me senti mil vezes mais gorda… kkk… mas a principal questão aqui é: até que ponto nosso estilo é nosso?

Antes de abordar a parte polêmica do post vamos as considerações do look…

> Regata preta básica, jeans skinny desfiado, colete verde militar, mule com aplicação em strass de cobra. <

É uma combinação de peças básicas, com cores básicas, que usadas juntas criam um look despojado, confortável e estiloso.

Adoro peças que possam ser usadas em vários contextos. Esse colete comprei com a intenção de usar no trabalho, numa composição mais social, mas também se adequa muito bem ao look casual. Ele tem um ótimo caimento criando duas linhas verticais, o que super ajuda a alongar o tronco e nos deixar mais magras ;).

Sem contar o visível milagre da terceira peça… rs… a dita cuja sempre da um up em qualquer look! Veja, por exemplo, um look camiseta e jeans, é legal, ok… mas coloque uma camiseta, jeans e um paletó… oooutro look!

Já o mule demorei para me render, mas agora quero usá-lo todos os dias de tão confortável, sem contar que as aplicações em strass são um charme especial!

Para finalizar, a composição de acessórios é fundamental. Gosto muito de usar vários colares, anéis e um braço com pulseira e relógio juntos.

Tendo feito a análise do look vamos ao ponto reflexão do post…

Não sei você, mas a originalidade é algo importante para mim. Mesmo assim, eu tenho uma pasta no Pinterest com looks de inspiração. Essa pasta me ajuda muito quando não estou com muita criatividade para me vestir, ou quando tenho uma peça em mente, mas não sei direito como usá-la.

No caso dessa combinação comprei primeiro o colete, o usei de outras formas e depois achei o look no Pinterest, quando vi pensei “acho que tenho esse colete hein?! 🤔”… e então pronto, estava formada a ideia de copiar.

A verdade é que tudo que vestimos foi inspirado por alguém (já dizia Miranda de “O Diabo Veste Prada”), mas até que ponto podemos nos considerar originais em relação ao nosso estilo?

Nessa linha de pensamento cheguei à conclusão (numa conversinha com minha mãe S2) de que quando pegamos peças ou looks de inspiração e os incorporamos à nossa personalidade a coisa fica com nossa cara e ganha vida!

Então, mais uma vez, insisto na ideia de sermos nós mesmos! Se gostou, use, mas tenha o cuidado de sempre imprimir suas características em tudo! Isso faz de seu estilo único!

E você, como lida com seu estilo? Copia, não copia? Tem uma galeria de inspirações?

Comente abaixo 🙂

Livro “Finding Cinderella” – Colleen Hoover

In reality, people are who they are and they’ll never really change. So why the hell are Val and I even wasting our time on this exhausting relationship if we don’t even really like who the other is?

Ah como romances adolescentes são doces… os da Colleen então…

Independente da fase em que eu esteja vivendo a leitura sempre me ajuda a ter uma válvula de escape; a fase atual de conciliar provas, trabalho, cursos novos e tudo o mais não tem sido diferente. Saber que vou ter alguns momentos, mesmo que no aperto de um metrô, para esquecer de tudo e mergulhar nesse cenário perfeito é reconfortante!

Nesse livro vemos a saga de um garoto de 18 anos que “fica” com uma garota que está saindo do país, com a condição de não saberem quem são, como um encontro às cegas. O problema é: ele se apaixonou!

O que acho mais incrível sobre a autora é que independente da simplicidade do enredo, ela vai adicionando pequenas peças à equação que a tornam viciante! Além do que, ela sempre faz questão de passar mensagens importantes (muitas vezes me sinto recebendo conselhos dos personagens). Neste caso, Daniel está num relacionamento, já que perdeu sua Cinderela, que serve para passar o tempo. Quando de repente tem um insight e percebe que o relacionamento não tem sentido e que seria melhor ficar sozinho a ter esse tipo de companhia (Vide trecho do cabeçalho do post).

Tendo contextualizado o livro, gostaria de falar sobre duas questões.

Primeira, acredito que seja lá qual for sua preferência de leitura, ela SEMPRE será uma fonte riquíssima de aprendizado. Nunca vou me esquecer de uma professora de português do ensino fundamental que disse que quando lemos algo nosso cérebro armazena as palavras e as “solta” quando se encaixam em uma conversa. Ou seja, mesmo que seja o frasco do xampu, seu cérebro está aprendendo!

Portanto, leia! Isso não é uma sugestão, é quase um apelo!

Segunda, li esse livro na versão original em inglês. Ele estava de graça na Amazon 😉 e não, não sou fluente em inglês! Amo a língua e a estudo, mas aceitei como verdade o fato de que quando junto um assunto de interesse (romances água com açúcar) com algo que amo o resultado é bom.

Então monte sua própria estratégia para aprender, ter uma descarga mental e aumentar seu nível intelectual!

E se você já possui uma estratégia, comente embaixo! 🙂

Livro “O despertar da Leoa – Levante-se e transforme seu mundo”

Normalmente levo de 4 a 7 dias para ler um livro, esse terminei em 14 =/ … Porque é um livro que carrega muitas verdades empoderadoras, e é necessário algum tempo para assimilar e digerir algumas delas.

Vivemos num tempo onde muito se fala e discute sobre a importância da mulher no geral, para a sociedade; e eu acredito que essa importância merece atenção!

No Despertar da Leoa, Lisa Bevere se coloca como uma leoa e nos faz um paralelo de como as leoas vivem e a conduta feminina. De forma impressionante com o passar das páginas você começa a se ver como uma leoa! Poderosa, cheia de autonomia, importante e necessária para a comunidade em que vive, e o que mais me chama atenção, você se vê como alguém que pode fazer a diferença em um ecossistema todo! Se a leoa decide deixar de cumprir seu papel na selva o que aconteceria com toda a cadeia alimentar? Da mesma forma me pergunto, se não usarmos toda a força e inteligência que Deus deu unicamente a nós, mulheres, para onde o mundo caminhará?

O livro traduz de forma simples o papel da mulher na sociedade, sem moldes, pudores ou preconceitos. Mostra que juntos (homens e mulheres) nos completamos, e mais que isso, completamos a engrenagem que faz a sociedade crescer de forma saudável!

Leitura rica, que quebra paradigmas e conceitos pré estabelecidos. Recomendo! E essa já entrou na minha lista de autores preferidos!

Você se importa? Eu não!

Por que nos importamos tanto com a opinião dos outros? Por que é tão importante termos a aprovação dos que nos rodeiam, inclusive daqueles que nem gostam de nós?

Me pego pensando o que nos motiva a tomarmos certas atitudes ou deixar de as tomarmos. Não posso vestir isso porque sou muito velha; não posso fazer um novo curso porque já passou minha idade; não posso trabalhar nessa área porque sou mulher; não posso, não posso e não posso… A verdade é que, mesmo com tantas barreiras impostas pela sociedade, ainda acho que o que nos para (lado a lado do medo) é a importância que damos ao que pensam de nós.

Sinceramente, já fui julgada pelo que visto, por ser diferente, por falar coisas que teoricamente não deveria, por ser crítica, pela forma do meu corpo, mas vou te falar, não me importo! Simples assim. Acho que para isso sim, já passei da idade, é hora de crescer, amadurecer, lidar (ou simplesmente não lidar porque não é importante) com a opinião alheia.

Não deixe que o fantasma dos olhares, buchichos e falatórios aleatórios impeçam você de voar! Se você gosta, use; se você acha, fale; se você pensa, se manifeste!

E claro, há o paralelo de que não se importar com a opinião de quem não acrescenta, é algo saudável; mas inevitavelmente nos importamos com os que amamos pensam de nós. Para essa situação, só posso dizer que os que realmente nos amam vão continuar nos amando, porque eu acredito num amor incondicional. Acredito que os que me amam, me amam independente das minhas atitudes serem condizentes com as deles.

E se seu grupo de “amados” não se comporta dessa forma, você precisa de amigos melhores… risos… e não implore por isso, simplesmente seja você, tenho certeza que só isso já é interessante o suficiente.

Afinal, quem sou eu?

Meu nome é Sabrina, tenho 26 anos, sou casada, formada em Administração de empresas, cursando Letras, cristã, apaixonada por livros, escrever, moda e viajar, sincera (até demais), intensa em tudo que faço, me descobrindo em diferentes pontos, mudando de opinião em alguns assuntos e fortalecendo minha opinião em outros.

O objetivo do blog é dar minha opinião sobre assuntos diversos, escrever e deixar a escrita fluir, contar experiências e experimentar coisas novas, desbravar caminhos diferentes e encontrar pessoas diferentes…

Vamos ver o que acontece?!